Bom, por onde começar...é claro: pelo meu nome! Primeiro as apresentações: meu nome é Ally Spinnet, não tenho pais, mas tenho alguém que posso considerar minha família: Jorge Spinnet; ele é como um pai para mim, quer dizer, ele é, porém adotivo. Quando eu era pequena, com apenas 3 meses de vida, fui abandonada num orfanato, aos 5 anos, fugi, não aguentava mais aquelas pessoas estranhas tirando sarro de mim, então...quando estava andando pela rua, esbarrei com Jorge, pedi desculpas e acabamos conversando e contei minha história pequena e entediante, ele me adotou, e passou a cuidar de mim, eu realmente gostava dele.
No início morávamos em Nova Iorque, por conta de emprego, Jorge (sempre o chamava assim),e eu viemos parar aqui em Hilston!
Nos mudamos ontem mesmo, e meu último dia de férias é amanhã, como cheguei a noite, teremos de passar por todo o processo de decorar a casa e organiza-la. Como é uma cidade com 10 horas de viagem de carro, tivemos de vir de avião, ou seja, não podemos trazer quase nada. Então vamos organiza-la no dia que estaremos de folga, que no caso é amanhã.
trimmmmmmmmmmmmmmm!!!!!
O dia começou, com o famoso barulho do despertador. Me levantei do colchão (ainda não tinha cama) com muita má vontade, pois era meu último dia de férias, e desci para tomar café da manhã. Quando desci, o balcão estava "enfeitado" com a comida, e havia um bilhete na geladeira de Jorge, pedindo para que eu me arrumasse e me encontrasse em uma loja de móveis, que era lá onde ele estava. Ao terminar de tomar café da manhã, fui até meu quarto para começar a me arrumar. Depois de tomar banho e colocar um vestido azul básico, peguei minhas coisas e sai de casa. Eu não conhecia nada lá, porém Jorge havia deixado as "coordenadas" para me encontrar com ele. Depois de meia hora caminhando e pedindo informação as pessoas, cheguei a loja, me encontrei com Jorge, e fizemos as compras. Depois de longas 3 horas na loja (Jorge havia ficado quase 5), chegamos em casa, com um caminhão com algumas coisas, como sofá, mesa, cadeiras e etc.
Depois de um tempinho organizando os móveis apenas, começamos com a decoração. E Jorge resolveu puxar assunto:
- Está gostando da cidade?- ele perguntou colocando um quadro nosso em cima de uma "prateleira" logo ao lado da TV.
- Sim... Quero dizer, não tinha muito o que sentir falta de Nova Iorque, apenas as lojas e o Central Park- eu disse pegando algumas sacolas e subindo para arrumar meu quarto quando finalmente terminamos de ajeitar a cozinha e a sala.
- Vou pedir uma pizza!- ele disse pegando o telefone.
Depois de meia hora a pizza chegou, comemos e conversamos um pouco sobre o novo emprego de Jorge e sobre a cidade nova. Quando terminamos, subi para o meu quarto que era o único lugar que faltava ser arrumado. Depois de arruma-lo, tomei um banho e fui dormir. Amanhã seria um longo dia na escola nova.
Acordei com o barulho do despertador as sete da manhã, e muito bem disposta, para falar a verdade. Após me arrumar, desci até a cozinha para tomar café da manhã, e Jorge estava lá, cozinhando suas deliciosas panquecas.
- Bom dia!- ele disse sorrindo alegremente.
- Bom dia!- eu repeti, também sorrindo.
- Seguinte: é melhor se apressar, não quero que se atrase no primeiro dia de aula! E por favor, nada de garotos!
- Calma, nada de garotos, já decorei, você fala isso o tempo todo...
- Só não quero perder minha filha- ele disse sério.
- Nunca irá acontecer!- eu disse o abraçando.
Depois que terminei meu café da manhã, fui até o meu quarto e peguei minha mochila e caminhei em direção à porta.
- Tenha um bom dia!- disse a Jorge abrindo a porta.
- Espere!- ele disse pegando algo no bolso andando em minha direção, e me entregando o objeto. Era uma chave de carro- Faça um ótimo uso e não diga que não precisava, você merece.
Dei um longo abraço nele e agradeci umas três vezes. Depois de Jorge me soltar falando que eu poderia me atrasar, fui até a garagem e vi qual carro era: uma picape azul meio antiga. Diferente de muitos adolescentes que são presenteados com carros pelos pais, eu não fiquei triste com a simplicidade do carro, muito pelo contrário, adorei. Entrei na picape, a liguei e comecei a dirigir, com muito cuidado, óbvio, pois não iria querer bater meu carro no primeiro dia que o ganhara. Liguei o GPS do meu celular e comecei a seguir o caminho que ele mandava. Depois de mais ou menos vinte minutos, cheguei a escola.
Com facilidade, achara uma vaga, ao lado de uma Ferrari vermelha, ainda por cima, não estava escrito que era vaga de professores. Me senti confusa e logo pensei como alguém em sã consciência daria uma Ferrari para um aluno do colegial. Sai da picape a caminhei em direção a escola, agora pensando no tipo de pessoas que teria por lá.
Fui até a secretaria pegar meus horários e a chave do armário. Depois de depositar meus livros no armário, comecei a procurar a biblioteca, para ver os livros que haviam lá. Mas no meio do caminho vi um grupinho de adolescentes tirando sarro de um garoto que aparentava ter 14 anos.
- Ele é tão minusculo que serve de mesa para apoiar os pés em minha sala- disse garoto alto e moreno.
- Se é tão esperto como dizem, por que não está na faculdade, nerd?- um garoto alto e loiro disse em meio as gargalhadas, enquanto umas garotas também riam. Não gostava de ver pessoas debochando de outras, por mais que não conhece. Eu pensei não vá lá, mas minhas pernas pensaram diferente, e foram em direção ao grupo que estava tirando sarro dele.
- Por que estão falando com ele dessa maneira?- droga, eu pensei, tarde demais.
- Olha, a novata pensa que pode falar assim conosco!- o loiro disse ainda sorrindo da situação, provavelmente.
- Sabiam que bocas cheias, geralmente possuem mentes vazias, e bocas vazias possuem mentes cheias?- eu falei me lembrando do que Jorge falara para mim quando eu reclamei pela primeira vez dos meninos bobocas do orfanato.
- Deve ser por essa razão que está falando tanto!- o moreno disse rindo.
- Agora!- o garoto de 14 anos gritou, no início não entendi, mas depois senti algo líquido e frio caindo em minha pele, quando olhei para trás, uma menina de cabelo liso e preto estava segurando um balde de tinta em suas mãos. Todos que estavam no corredor começaram a rir, alguns olharam com profundo desprezo e continuaram andando. Olhei em volta com muita raiva e corri em direção ao banheiro feminino, ou do que eu pensava que havia visto com a placa dizendo "Feminino" colada em uma porta. Como pude ser tão tola a ponto de querer me intrometer naquela conversa? Aquele garotinho que eu estava defendendo estava fazendo parte disso!
Comecei a tentar remover a tinta com água, mas não saia. Então sai do banheiro me lembrando das roupas reservas que deixara no armário. Muitos começaram a rir de mim, mas Jorge sempre me dizia para em todas as situações como essa, que era para eu manter a cabeça erguida. Peguei as roupas e comecei a andar em direção ao banheiro novamente, até ouvir alguém gritando:
- Não vai chamar a mamãe para defender?
Ignorei o comentário e continuei andando, depois de me trocar e passar um pano molhado nos meus braços e rosto, amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo. Ele estava completamente cor de rosa.
Ao ouvir o sinal tocar, peguei meus livros e fui correndo em direção a sala de aula (matemática). Infelizmente havia me atrasado um pouco, pois não sabia onde ficavam as salas corretas.
- Você é a aluna nova? Ally, certo?- o professor me perguntou quando apareci na porta da sala de aula, olhando confuso para meu cabelo- Por que está atrasada?
- Um pequeno incidente envolvendo tinta, e o fato de eu não saber onde sua sala ficava- eu disse calma.
Ele suspirou e me entregou um giz, pedindo para que eu resolvesse uma equação no quadro.
- Vamos dar as honras a aluna nova, não é?- ele falou se sentando em sua cadeira e olhando para mim e para o quadro. Olhei para ele, suspirei, e comecei a resolver. Era grande, mas não complicada; depois de um curto tempo, ele suspirou também, e estranhou por eu ter a resolvido rápido. Ele pediu para eu me sentar, arranjei um lugar na frente (a maioria das pessoas estavam no fundo), e colocou um enorme "certo" na lousa.
Então as aulas foram passando e passando, até que o último sinal bateu. Peguei meus livros e enfiei na mochila suja de tinta, fui até o estacionamento e entrei em meu carro. Em seguida, sai da escola, pensando no que Jorge faria se me visse com esse cabelo e se soubesse de toda aquela situação. Depois de rápidos vinte minutos, cheguei em casa. Quando sai do carro, vi que na casa ao lado, uma Ferrari vermelha exatamente igual a que eu vira na escola estacionou, e quando vi quem era seu dono e quem era o meu vizinho, pensei que só poderia ser brincadeira.
Para você ter expectativas, você precisa sonhar, para sonhar é preciso ter esperança, para ter esperança é preciso acreditar!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Respeito
Respeito. Algo que todos dizem ter, mas poucos são os que têm.
Podemos ver isso facilmente observando as pequenas atitudes da pessoa, como por exemplo: se ela respeita sua crença, opinião, gostos, etc. Hoje em dia, dificilmente achamos alguém que respeita opinião dos outros (ou crença), acho que cada dia que passa, mas nossa espécie, Homo Sapiens, se torna mais egoísta e estúpida, pensando apenas nela e em seus objetivos, pensando mais em "se eu fazer isso por você o que eu ganho em troca?", pensando em quem ou quanto vai sair ganhando. Pegue como exemplo os donos de indústria, que pensam mais em seu dinheiro e em sua industria e menos no meio ambiente, porém não se esqueça que, não é apenas ele poluindo, também têm os fazendeiros e nós, um contador, escritor, engenheiro, faxineiro e etc., que podemos tanto contribuir com o meio ambiente em nosso dia a dia e preferimos não tomar conhecimento disso ou não o realizar. Mas... onde é que eu estou querendo chegar? Estou mais falando sobre sustentabilidade e meio ambiente do que o título que este texto propõe; mas com tudo isso, lhe pergunto: onde está o NOSSO respeito com os animais e a própria mão natureza, com quem dividimos a Terra? Bom, sinceramente eu não sei, assim como também não sei onde está o nosso respeito com o próximo. Vamos pegar como exemplo a religião, que resulta em tantos conflitos, que, creio eu, foi criada para nos aproximarmos, apesar de existirem várias e serem diferentes, e haver as pessoas que não a possuem, mas para ela também há o amor (e o respeito); duas pessoas conversando, suponhamos que uma delas é cristã (ou qualquer outra religião), e outra é ateia/ateística, então essas duas pessoas começam a falar sobre ciência e religião, e uma não tem respeito com a outra; pronto, acabou conversa, começou a discussão. Agora vamos colocar ai que elas têm respeito, ambas começam a compartilhar suas ideias e uma respeita a outra! Qual é melhor? Vamos pegar outro exemplo: hoje se tal pessoa não gosta de algo que todo mundo gosta, ela já é a pior pessoa no mundo, já é invejosa, etc. Isso é um saco não é? A pessoa pode não gostar, mas respeita, só não gosta mesmo, mas as pessoas que gostam de tal ator/livro/filme/cantor/marca de algo/religião (depende da situação) se jogam em cima dela a criticando!
Então é ai que quero chegar: as pessoas não estão tendo mais respeito uma com a outra e isso é péssimo. Se gosta, segue ou acredita em alguma coisa, respeite quem tem o pensamento diferente, e esse alguém que tem pesamento diferente respeite também! Uma sociedade aprendendo a respeitar diferenças, religião, ideias, gostos, opiniões e quem está dividindo e Terra conosco, seria MUITO MELHOR!
P.S.: Um ótimo ano novo para vocês, quem tenham uma ótima virada de ano e que 2016 seja um ano cheio de conquistas e aprendizagens! Repleto de respeito, amor, carinho e alegria! E deem um Expecto Patronum naquele que tira sua felicidade! <3
Podemos ver isso facilmente observando as pequenas atitudes da pessoa, como por exemplo: se ela respeita sua crença, opinião, gostos, etc. Hoje em dia, dificilmente achamos alguém que respeita opinião dos outros (ou crença), acho que cada dia que passa, mas nossa espécie, Homo Sapiens, se torna mais egoísta e estúpida, pensando apenas nela e em seus objetivos, pensando mais em "se eu fazer isso por você o que eu ganho em troca?", pensando em quem ou quanto vai sair ganhando. Pegue como exemplo os donos de indústria, que pensam mais em seu dinheiro e em sua industria e menos no meio ambiente, porém não se esqueça que, não é apenas ele poluindo, também têm os fazendeiros e nós, um contador, escritor, engenheiro, faxineiro e etc., que podemos tanto contribuir com o meio ambiente em nosso dia a dia e preferimos não tomar conhecimento disso ou não o realizar. Mas... onde é que eu estou querendo chegar? Estou mais falando sobre sustentabilidade e meio ambiente do que o título que este texto propõe; mas com tudo isso, lhe pergunto: onde está o NOSSO respeito com os animais e a própria mão natureza, com quem dividimos a Terra? Bom, sinceramente eu não sei, assim como também não sei onde está o nosso respeito com o próximo. Vamos pegar como exemplo a religião, que resulta em tantos conflitos, que, creio eu, foi criada para nos aproximarmos, apesar de existirem várias e serem diferentes, e haver as pessoas que não a possuem, mas para ela também há o amor (e o respeito); duas pessoas conversando, suponhamos que uma delas é cristã (ou qualquer outra religião), e outra é ateia/ateística, então essas duas pessoas começam a falar sobre ciência e religião, e uma não tem respeito com a outra; pronto, acabou conversa, começou a discussão. Agora vamos colocar ai que elas têm respeito, ambas começam a compartilhar suas ideias e uma respeita a outra! Qual é melhor? Vamos pegar outro exemplo: hoje se tal pessoa não gosta de algo que todo mundo gosta, ela já é a pior pessoa no mundo, já é invejosa, etc. Isso é um saco não é? A pessoa pode não gostar, mas respeita, só não gosta mesmo, mas as pessoas que gostam de tal ator/livro/filme/cantor/marca de algo/religião (depende da situação) se jogam em cima dela a criticando!
Então é ai que quero chegar: as pessoas não estão tendo mais respeito uma com a outra e isso é péssimo. Se gosta, segue ou acredita em alguma coisa, respeite quem tem o pensamento diferente, e esse alguém que tem pesamento diferente respeite também! Uma sociedade aprendendo a respeitar diferenças, religião, ideias, gostos, opiniões e quem está dividindo e Terra conosco, seria MUITO MELHOR!
P.S.: Um ótimo ano novo para vocês, quem tenham uma ótima virada de ano e que 2016 seja um ano cheio de conquistas e aprendizagens! Repleto de respeito, amor, carinho e alegria! E deem um Expecto Patronum naquele que tira sua felicidade! <3
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
De cabeça para baixo
Esse é o nome de uma história que estou fazendo: De cabeça para baixo. É uma história que me veio a cabeça e eu comecei a escreve-la, e cada vez estou tentando complementar mais coisas nela. Faz um tempinho que estou a escrevendo, e vou começar a postar aqui, no blog, capítulo por capítulo para vocês lerem, e espero que gostem.
A história é narrada por Ally Spinnet, a personagem principal. Ela nunca foi de ter muitos amigos, mas quando se muda para Hilston (uma cidade cujo inventei o nome), ela faz amigos, porém a primeira impressão que eles dão à ela não é muito boa. De repente, seu pai (adotivo), Jorge Spinnet, conhece uma mulher, pela qual se apaixona, seu nome é Adelle. No mesmo dia em que Jorge apresenta Adelle e sua filha, Agnes (que, por acaso, estuda na mesma escola que Ally, e é como uma arqui inimiga para ela), Jorge é assassinado; em seguida, mais assassinatos começam a acontecer, e todas as vítimas são aqueles que eram próximos a Ally. Então ela e seu novo melhor amigo, Matt, começam a tentar desvendar o dono da "obra", porém não possuem muitas pistas: apenas bilhetes que são deixados junto as vítimas, que nele está escrito "1-1, quais ama", e uma coincidência (todos os assassinados são mortos com uma faca no peito, e supostamente, Adelle e Agnes sumiram apos o primeiro dos assassinados).
Ally fica com um desejo de achar o dono de tudo aquilo, e depois começa a descobrir mais coisas que estão lá para provavelmente deixa-la de cabeça para baixo.
A história é narrada por Ally Spinnet, a personagem principal. Ela nunca foi de ter muitos amigos, mas quando se muda para Hilston (uma cidade cujo inventei o nome), ela faz amigos, porém a primeira impressão que eles dão à ela não é muito boa. De repente, seu pai (adotivo), Jorge Spinnet, conhece uma mulher, pela qual se apaixona, seu nome é Adelle. No mesmo dia em que Jorge apresenta Adelle e sua filha, Agnes (que, por acaso, estuda na mesma escola que Ally, e é como uma arqui inimiga para ela), Jorge é assassinado; em seguida, mais assassinatos começam a acontecer, e todas as vítimas são aqueles que eram próximos a Ally. Então ela e seu novo melhor amigo, Matt, começam a tentar desvendar o dono da "obra", porém não possuem muitas pistas: apenas bilhetes que são deixados junto as vítimas, que nele está escrito "1-1, quais ama", e uma coincidência (todos os assassinados são mortos com uma faca no peito, e supostamente, Adelle e Agnes sumiram apos o primeiro dos assassinados).
Ally fica com um desejo de achar o dono de tudo aquilo, e depois começa a descobrir mais coisas que estão lá para provavelmente deixa-la de cabeça para baixo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Geração ontem x geração hoje.
Hoje em dia, a tecnologia tem avançado muito, assim como os meios de comunicação por ela: como os computadores, celulares, tablets, etc... Porém não devemos nos tornarmos "escravos" desses meios tecnológicos.
Antigamente, quando não havia todos esses aparelhos, as crianças, por exemplo, tinham uma infância saudável: ao invés de ficar o dia inteiro trancado dentro de casa mexendo em algum desses aparelhos, brincavam o dia todo, se metiam em confusão, se divertiam, e hoje em dia têm muitas histórias para contar para os filhos que têm hoje. Mas o que será que a geração de hoje irá contar de tão interessante para a geração do amanhã? "Mãe, pai, contem alguma história muito engraçada que aconteceu com vocês quando tinham a minha idade", "Ah, sim, é claro! Tenho uma engraçada de verdade; eu estava no instagram, e de repente, eu vi uma foto de uma amiga minha, ela dizia na legenda: fiquei uma semana sem celular, apenas eu e meus amigos curtindo por aí, foram os melhores dias de minha vida!". Possivelmente, vai ser assim. Temos como exemplo, os pais de hoje falando "Na sua idade eu já trabalhava", geração de hoje falando com a geração do amanhã: "Na sua idade eu já tinha um namorado (a)". O que quero dizer, é que conforme a tecnologia vai aumentando e as pessoas vão se atualizando à ela, mais a geração de hoje está deixando ser escravizada por ela.
Faz mal mexer no celular...tirar umas horas do dia para jogar videogame? Claro que não, mas também não precisa ficar o tia inteiro fazendo isso. Hoje a tecnologia nos ajuda muito em diversas coisas, porém devemos saber usa-la, devemos ter um limite. Quando sua mãe diz para você parar de mexer no celular e sair um pouco (ou ler, estudar), ela não quer seu mal, ela quer apenas que você tenha uma infância saudável!
Que tal termos uma verdadeira história para contar para a geração futura?
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Bloggers e youtubers.
Hoje, irei falar um pouco de bloggers e youtubers. Não, não será dos quais são famosos, salário, se são bons ou não; vou falar sobre: se você tem um blog ou canal no youtube e quer desistir porque não tem muita fama na internet, digo para você não desistir.
Não desistam, porque isso pode vir a tornar algo grande, não se compare com grandes youtubers e bloggers, pois você está ainda caminhando para o "sucesso". Acham que esses grandes youtubers e bloggers não tiveram um começo pequeno? Que quiseram desistir mas não se deixavam levar por essa voz interior pessimista?
Se eles têm tudo isso, é porque um dia tiveram de começar, com aquele começo pequeno, que conforme o tempo foi passando, e se tornou algo grande; não desistam por isso. Continuem e batalhem pelo o que querem, organizem e invistam nisso que você quer (o invistam não quer dizer pagar 1.000 reais numa página ou 2.000 numa câmera).
E lembrem-se: tudo que existe, que é algo famoso e grande, teve um começo pequeno. "Mas eu tenho um canal há 3 anos e só tenho uns 100 inscritos", pois é, isso deve acontecer bastante, mas não desista não, até porque pode ser que você esteja fazendo algo de errado, faça seus passos novamente e veja o erro, conserte e invista mais no que quer. Pense no seu blog ou canal como se estivesse em cima de uma montanha, no topo dela, e esses dois (blog ou canal) são a neve; chega uma única pessoa (que espalharia a notícia) e dá um berro, a neve começa a cair, suponhamos que seja uma montanha enorme, depois a bola de neve começa a se formar aos poucos, e vai indo, conforme mais neve tem (finja que essa "outra" neve, é a organização e dedicação) maior a bola, e vai aumentando, até que chega no chão e sai espalhando pra todo lugar! Resumi a "vida" de um canal em uma pessoa, neve e montanha, Acredito que agora saibam o que fazer, e façam um favor? Não desistam.
Por falar em canal e blog, gostaria de divulgar alguns de meus amigos que estão no início, que não desistiram: youtuber- The Old Gamer, NGninja47 PvP, Felipe o indeciso. E uma página do Facebook que divulga youtubers: Divulgação de youtubers.
Se puderem dar uma passada lá, agradeço!
Lembrem-se: Não desistam!!
Não desistam, porque isso pode vir a tornar algo grande, não se compare com grandes youtubers e bloggers, pois você está ainda caminhando para o "sucesso". Acham que esses grandes youtubers e bloggers não tiveram um começo pequeno? Que quiseram desistir mas não se deixavam levar por essa voz interior pessimista?
Se eles têm tudo isso, é porque um dia tiveram de começar, com aquele começo pequeno, que conforme o tempo foi passando, e se tornou algo grande; não desistam por isso. Continuem e batalhem pelo o que querem, organizem e invistam nisso que você quer (o invistam não quer dizer pagar 1.000 reais numa página ou 2.000 numa câmera).
E lembrem-se: tudo que existe, que é algo famoso e grande, teve um começo pequeno. "Mas eu tenho um canal há 3 anos e só tenho uns 100 inscritos", pois é, isso deve acontecer bastante, mas não desista não, até porque pode ser que você esteja fazendo algo de errado, faça seus passos novamente e veja o erro, conserte e invista mais no que quer. Pense no seu blog ou canal como se estivesse em cima de uma montanha, no topo dela, e esses dois (blog ou canal) são a neve; chega uma única pessoa (que espalharia a notícia) e dá um berro, a neve começa a cair, suponhamos que seja uma montanha enorme, depois a bola de neve começa a se formar aos poucos, e vai indo, conforme mais neve tem (finja que essa "outra" neve, é a organização e dedicação) maior a bola, e vai aumentando, até que chega no chão e sai espalhando pra todo lugar! Resumi a "vida" de um canal em uma pessoa, neve e montanha, Acredito que agora saibam o que fazer, e façam um favor? Não desistam.
Por falar em canal e blog, gostaria de divulgar alguns de meus amigos que estão no início, que não desistiram: youtuber- The Old Gamer, NGninja47 PvP, Felipe o indeciso. E uma página do Facebook que divulga youtubers: Divulgação de youtubers.
Se puderem dar uma passada lá, agradeço!
Lembrem-se: Não desistam!!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Brasil e França: desgraças diferentes, dores iguais.
Bom, acredito que todos já saibam dessas coisas horríveis que aconteceram com o nosso país, o Brasil, e o que houve com a famosa França.
Também acredito que uma grande parte de quem tem Facebook, viu (ou colocou) a famosa bandeira da França na foto de perfil; muita gente com a famosa tag: #PrayforParis; gente dizendo que está de luto eterno pelo ataque terrorista, que estão super aborrecidos com o acontecido. E agora, enquanto o nosso país, o Brasil, que além de essa lama toda levar vidas, da fauna, flora, humanos e até de um RIO, parece a mesma coisa de sempre. Agora, por que estou dizendo essas coisas? Simples assim: além de (na minha opinião) o ocorrido aqui no Brasil ter sido mais grave, o povo não está ligando, tipo: "Meu Deus! Que horror! Olhe o que houve com Paris! Luto para sempre!", "Nossa, que pena né? O que houve com Mariana, ah, foi apenas uma barragem que se rompeu, nada demais". O problema é que as pessoas se importam mais com o que acontece lá fora, em país de primeiro mundo, enquanto o Brasil, país de terceiro mundo, "Dane-se!"; por exemplo: todos se impressionam (no sentido ruim), com o ataque que houve em Paris, mas...enquanto o nosso país? Isso causou um grande impacto ambiental! Houve muitos mais mortos aqui no Brasil do que lá; só por favor, não interpretem errado, estou muito chateada com o que houve em Paris, mas isso não houve apenas lá! Na Nigéria, por exemplo, houve um ataque terrorista... Pergunta: teve alguma tag para eles? Teve um monte de monumento histórico ganhando as cores da bandeira deles? NÃO! Assim como não houve isso para o Brasil (apenas a tag).
É claro que não são apenas as pessoas se preocupando apenas com Paris, também tem a questão da divulgação. Exemplo: noticiário fica divulgando o ataque em Paris por um mês mais ou menos; o que houve no nosso país, alguns dias; o que houve em outros países que não são de primeiro mundo (cujo bastante brasileiros adoram "copiar") a mesma coisa: uma, duas, três vezes e morreu o assunto.
Gente, o que houve em ambos países, foi terrível, mas vamos lembrar que somos daqui, do Brasil, que devemos nos preocupar com que está havendo aqui. Mas eu não estou querendo dizer que não devemos nos preocupar com outros países, devemos sim, mas não temos que ficar fazendo toda aquela homenagem, cujo eles não fariam por nós; devemos orar por todos os países cujo estão sofrendo? Claro! Mas não se esqueçam do Brasil, o principal, assim como o México é principal para os mexicanos, e etc.
Enfim: orem pelas pessoas que morrem na África por falta de comida; pelo o que está havendo no Brasil; o que houve em Paris; pelo terremoto que houve em Nepal e no Japão; orem pela natureza e pelos animais que são extintos e maltratados pelos humanos; orem para O MUNDO INTEIRO!!
Também acredito que uma grande parte de quem tem Facebook, viu (ou colocou) a famosa bandeira da França na foto de perfil; muita gente com a famosa tag: #PrayforParis; gente dizendo que está de luto eterno pelo ataque terrorista, que estão super aborrecidos com o acontecido. E agora, enquanto o nosso país, o Brasil, que além de essa lama toda levar vidas, da fauna, flora, humanos e até de um RIO, parece a mesma coisa de sempre. Agora, por que estou dizendo essas coisas? Simples assim: além de (na minha opinião) o ocorrido aqui no Brasil ter sido mais grave, o povo não está ligando, tipo: "Meu Deus! Que horror! Olhe o que houve com Paris! Luto para sempre!", "Nossa, que pena né? O que houve com Mariana, ah, foi apenas uma barragem que se rompeu, nada demais". O problema é que as pessoas se importam mais com o que acontece lá fora, em país de primeiro mundo, enquanto o Brasil, país de terceiro mundo, "Dane-se!"; por exemplo: todos se impressionam (no sentido ruim), com o ataque que houve em Paris, mas...enquanto o nosso país? Isso causou um grande impacto ambiental! Houve muitos mais mortos aqui no Brasil do que lá; só por favor, não interpretem errado, estou muito chateada com o que houve em Paris, mas isso não houve apenas lá! Na Nigéria, por exemplo, houve um ataque terrorista... Pergunta: teve alguma tag para eles? Teve um monte de monumento histórico ganhando as cores da bandeira deles? NÃO! Assim como não houve isso para o Brasil (apenas a tag).
É claro que não são apenas as pessoas se preocupando apenas com Paris, também tem a questão da divulgação. Exemplo: noticiário fica divulgando o ataque em Paris por um mês mais ou menos; o que houve no nosso país, alguns dias; o que houve em outros países que não são de primeiro mundo (cujo bastante brasileiros adoram "copiar") a mesma coisa: uma, duas, três vezes e morreu o assunto.
Gente, o que houve em ambos países, foi terrível, mas vamos lembrar que somos daqui, do Brasil, que devemos nos preocupar com que está havendo aqui. Mas eu não estou querendo dizer que não devemos nos preocupar com outros países, devemos sim, mas não temos que ficar fazendo toda aquela homenagem, cujo eles não fariam por nós; devemos orar por todos os países cujo estão sofrendo? Claro! Mas não se esqueçam do Brasil, o principal, assim como o México é principal para os mexicanos, e etc.
Enfim: orem pelas pessoas que morrem na África por falta de comida; pelo o que está havendo no Brasil; o que houve em Paris; pelo terremoto que houve em Nepal e no Japão; orem pela natureza e pelos animais que são extintos e maltratados pelos humanos; orem para O MUNDO INTEIRO!!
sábado, 14 de novembro de 2015
O que está acontecendo com o nosso mundo?
Uma única pergunta: o que está acontecendo com o nosso mundo? É até engraçado pensar na harmonia que era no início de tudo, e como está um caos agora. Os humanos estão acabando com a Terra, desmatando; liberando gases nocivos a nossa camada de ozônio; poluindo rios; enfim, está causando uma guerra, um conflito com a natureza. O ser humano cada vez mais ignorante e estúpido, pensando apenas o próprio nariz. Temos de pensar em quem está dividindo a Terra conosco, temos de ser bons com os outros, não apenas com quem conhecemos, e temos de começar a ensinar a diferença, não para adultos, que vai ser mais complicado de mudar a cabeça deles, e sim começar a já ensinar para a nova geração, as crianças; ensinar desde já, para o mundo não piorar.
Olhem o que houve com Mariana, cidade de Minas Gerais, não foi coisa da natureza, foi ação humana! Quantos mortos, quantas pessoas sem lar, com familiar desaparecido em meio aquela lama toda... Decepcionante. E logo depois, vemos essa triste mensagem do que houve em Paris, outra vez ação humana: terrorismo. O que passa na cabeça da pessoa para entrar em um lugar e começar a dar tiros, ferir a matar pessoas inocentes, que não fizeram nada, estavam tranquilas, e de repente, chega alguém sem alma, sem coração e começa a matar. Quantas pessoas não perderam alguém que completa sua vida: um amigo, um filho(a), um irmão ou irmã, um pai ou mãe, tio, etc.
É muito triste esse tipo de coisa, e olha que isso acontece quase o tempo todo!
Todo dia vem a mesma pergunta em minha cabeça: Será que ainda posso ter esperança de que o mundo vai melhorar?
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