Duas profissões, dois ramos completamente diferentes. Cientistas e jogadores de futebol. Jogadores de futebol nos entreterem, deixam alguns com muita tensão na hora de marcar um gol ou algo do tipo. São muito conhecidos e ganham muito bem, além de serem muito valorizados! Cientistas passam anos na faculdade, rachando a cabeça de tanto estudar para tirar um diploma, fazer novas descobertas que nos ajudam no nosso dia a dia; exemplo: antes de Eratóstenes muitos, quero dizer, acho que todos pensavam que a Terra era plana. Conhecia esse cara? Não? É, acho que muitos não conhecem; mas foi ele que perguntou o por quê e, sem tecnologia alguma, descobriu que a Terra não era, nem é, plana. Continuando: os cientistas não recebem o mesmo valor e conhecimento que os jogadores de futebol, ou cantores, ou atores. E foram eles, os cientistas, tão pouco valorizados, que resolveram perguntar o por quê, quando e como.
Se não fosse por essas incríveis mentes, não saberíamos nem a metade do que sabemos hoje, se não fosse por eles, não teríamos nem metade do que temos hoje.
É ai que quero chegar: um cientista que contribui com a população de hoje, que deixaram incríveis descobertas do passado para a gente, é menos valorizado e reconhecido do que um jogador de futebol! Quando jovens brasileiros ganham medalhas de física, astronomia, matemática e etc., não são reconhecidos. Enquanto fazer um gol leva mais fama do que ganhar medalhas em física, por exemplo.
Meus verdadeiros heróis estão em livros de ciências, matemática e etc. Mas cada um escolhe o herói que deseja. Só acho, quero dizer, tenho certeza que os cientistas deveriam ser mais reconhecidos e valorizados.
P.S.: Lembrando que não estou menosprezando profissão alguma, cada um escolhe e tenta alcançar a que quiser, apenas estou abordando um tema que a sociedade de hoje em dia deveria parar um pouco para refletir. Hoje temos o ramo do entretenimento, que é muito mais valorizado do que o ramo do conhecimento, por exemplo.
Para você ter expectativas, você precisa sonhar, para sonhar é preciso ter esperança, para ter esperança é preciso acreditar!
domingo, 28 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
De cabeça para baixo, capitulo 2
Não podia ser! Além de ter de atura-lo na escola, também
teria de aturar como vizinho! Matt, o carinha que me humilhou na frente da
escola inteira.
- Vizinha nova é?- ele perguntou saindo do carro com um
sorriso de deboche.
O ignorei como se fosse apenas um grande nada. Exatamente o
que ele era na minha vida. Entrei em casa e resolvi jogar videogame para tirar
o acontecimento da escola da cabeça. Então me lembrei de que um professor havia
comentado sobre um blog da Hilston High School, de uma tal de Agnes, resolvi
entrar. Péssima ideia. Assim que entrei, havia uma foto minha coberta de tinta
cor de rosa, resolvi olhar a foto da dona do blog: a garota de cabelo liso que
jogara a tinta em mim! Eu fiquei furiosa, quando soltei um palavrão alto a
porta de casa abriu e Jorge chegara.
- Por que chegou tão
cedo?- eu perguntei olhando o relógio ao lado da porta. 16:00.
- Por quê? Tem algum
garoto escondido ai?- Jorge perguntou subindo as escadas correndo e revistando
meu quarto.
- Não tem nada ai
Jorge, relaxe!- eu disse soltando gargalhadas.
- Respondendo a sua
pergunta- ele disse descendo as escadas e com a voz suave, como sempre-, os
vizinhos irão jantar aqui ás 19:00, ou seja, venha me ajudar a pegar as compras
no carro e me ajudar na cozinha e...rosa? O que é isso no seu cabelo?- ele
disse olhando para mim, quero dizer, para o meu cabelo. Droga, esquecera de
tirar.
- Não...só...só...- não podia contar a
verdade, ele iria arrumar uma confusão na escola. Jorge sempre teve um instinto
protetor- só deixei um balde de tinta cair no cabelo, quero dizer, estava dando
uma olhada no teatro da escola e estavam pintando algumas coisas e sem querer
caiu em mim e... na verdade eu que cai em cima de um balde de tinta...
- Melhor dar um jeito
de tirar isso antes de os convidados chegarem- ele disse meio desconfiado- pode
deixar que pego as coisas no carro,
melhor você ir colocando seu avental de uma vez...Não se esqueça de
lavar as mãos, com bastante sabonete!
Soltei uma risada e
fui fazer o que Jorge pedira; depois de mais ou menos uma hora cozinhando, eu e
Jorge preparamos a mesa e em seguida fomos nos arrumar. Depois de um bom tempo
tentando tirar a tinta do cabelo, sai do banho e comecei a me arrumar.
Quando desci, os
convidados já haviam chegado. Não eram outros vizinhos, eram os indesejáveis: Matt,
Agnes e os pais de Matt. Ao repararem (Matt e Agnes) que eu estava lá, olharam
para mim com um sorriso falso e eu os cumprimentei, por educação.
- Prazer, Sonia- a
provavelmente mãe de Matt me cumprimentou com um sorriso radiante no rosto. Era
loira de olhos castanhos, muito bonita- Esse é Pedro, meu marido, somos os pais
de Matt e essa- ela disse apontando com um certo desprezo para Agnes- é a
namorada dele, Agnes.
- Ally, é meu nome; aliás,
o prazer é meu. Já tive uma bela oportunidade de conhecer Matt e Agnes- eu
disse com ironia-, somos colegas de classe.
- Você não me contou
Matt- Sonia disse ainda olhando para mim.
- Se fosse contar
sobre cada aluno daquela escola- ele disse usando sarcasmo, mas então pediu
desculpa baixinho quando o pai, Pedro, o lançara um olhar faiscante.
- Então, já sabe o
que planeja estudar?- Jorge retomou a conversa quando voltou com os pratos,
perguntando para Matt.
- Ainda não sei- ele
disse começando a comer.
- Enquanto a você, Agnes?- eu perguntei.
- Pensarei quando
estiver na hora de escolher- ela disse olhando para mim, com os olhos faiscando
de raiva.
- Para mim um futuro
sem planejamento não é nada!- eu disse, em seguida levei uma garfada a boca.
- Ally, modos- Jorge
cochichou ao meu ouvido.
Pelo resto do jantar
não disse mais nada, apenas respondi o que me perguntavam.
Quando estavam indo
embora, tive a obrigação de acompanha-los até a porta, o último a sair foi
Matt.
- Nova vizinha, ainda
por cima você- ele disse isso com a voz suave, suave demais para alguém que fizera
aquilo de manhã comigo. Quando ia dizer
algo, ele já havia ido embora. Ao entrar, ajudei Jorge na cozinha, em seguida
fui dormir. Amanhã será um longo dia...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Ler
Ler, quem não gosta de ler? Bem, bastante gente, porém não sabem a aventura que estão perdendo. Ler é viajar sem mover, apenas precisa pegar um livro e ler. Quantos lugares nós, leitores, já não visitamos apenas através das páginas? Quantas palavras novas já não aprendemos com os livros? Quantas vezes já não quisemos nos casar com personagens fictícios? Ou quantas vezes já não choramos pela perda de algum personagem querido? Sem falar aquelas vez que você perde minutos apenas sentindo o cheiro dos livros.
Sinceramente, amo ler, é uma das melhores coisas do mundo! Já fiz tantas viagens inacreditáveis, já visitei universos paralelos assustadores, tais como a Clareira, Hogwarts, o Instituto de Nova York, Orlando, e vários e vários outros. Quando vocês abre o livro e começa ler, uma TV aparece em sua cabeça porém melhor, como se você estivesse observando todos os acontecimentos dos livros como um figurante.
L-E-R, uma palavra, três letras, um sentimento. Dá uma sensação de leveza quando você começa a ler, é tão bom! Estimula a sua mente, faz de você sábio, te ajuda a compreender melhor as coisas, etc. Uma simples ação que faz tão bem a você.
Sinceramente, amo ler, é uma das melhores coisas do mundo! Já fiz tantas viagens inacreditáveis, já visitei universos paralelos assustadores, tais como a Clareira, Hogwarts, o Instituto de Nova York, Orlando, e vários e vários outros. Quando vocês abre o livro e começa ler, uma TV aparece em sua cabeça porém melhor, como se você estivesse observando todos os acontecimentos dos livros como um figurante.
L-E-R, uma palavra, três letras, um sentimento. Dá uma sensação de leveza quando você começa a ler, é tão bom! Estimula a sua mente, faz de você sábio, te ajuda a compreender melhor as coisas, etc. Uma simples ação que faz tão bem a você.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Amizade Verdadeira
Todos nós temos muitos colegas, cujo maioria chamamos de amigo ou melhor amigo, mas...para dizer isso, você realmente tem de saber o que é a verdadeira amizade, e o seu valor também.
Em minha opinião, hoje em dia está realmente muito difícil de achar uma amizade verdadeira, alguém em que você realmente confia e pode contar seus segredos sem se preocupar se a pessoa vai contar ou não para alguém; alguém que não está com você só em momentos de felicidade, e sim de tristeza também; alguém que não te diminua ou se sinta superior a você; alguém que sempre está te apoiando; alguém que, quando uma nova amizade chega, não te deixa de lado! Me fale: você acha pessoas assim todo dia? Pelo menos eu não. Se é para falar quem são seus verdadeiros amigos, é simples: seus pais. Você pode sempre se abrir com eles, eles fariam qualquer coisa pra te ver feliz, não ficam falando: "você tem razão" o tempo todo e sim te corrigem/chamam a atenção quando você está errado. Eles são seus verdadeiros amigos, pra vida toda.
Não estou dizendo que é impossível você ter um melhor amigo de verdade, é possível sim! Mas não é fácil. Exemplo: estou certa de que você pode confiar no seu melhor amigo o suficiente pra contar um segredo pra ele, não é? Então, as vezes você pode ter um "melhor amigo" cujo você conta um segredo, e é sinônimo de você postar no Facebook. Ou aquele amigo que quando você faz coisa errada, ainda te apoia e fala que você está certo (amigo também tem de alertar quando você está errado). Ou aquele que quando você está realmente triste, te coloca mais pra baixo ainda!
E é por causa disso que sempre falo: Colegas eu tenho muitos, mas amigos não. Hoje em dia as pessoas estão cegas pra ver quem tem o celular de última geração, a roupa de marca mais cara, quem fez a melhor viajem. estão cegas pelo status que elas têm. Estão famintas de fofoca e superioridade. Por isso e várias outras coisas é complicado ter um amigo de verdade, aquele que te coloca pra cima e não para baixo.
Amizade verdadeira não é fácil de achar, portanto se você tem uma, faça o possível para que ela dure tanto quanto aqueles telefones antigos de "teclado" da Nokia, e não como esses que caem da primeira vez e já quebram.
Em minha opinião, hoje em dia está realmente muito difícil de achar uma amizade verdadeira, alguém em que você realmente confia e pode contar seus segredos sem se preocupar se a pessoa vai contar ou não para alguém; alguém que não está com você só em momentos de felicidade, e sim de tristeza também; alguém que não te diminua ou se sinta superior a você; alguém que sempre está te apoiando; alguém que, quando uma nova amizade chega, não te deixa de lado! Me fale: você acha pessoas assim todo dia? Pelo menos eu não. Se é para falar quem são seus verdadeiros amigos, é simples: seus pais. Você pode sempre se abrir com eles, eles fariam qualquer coisa pra te ver feliz, não ficam falando: "você tem razão" o tempo todo e sim te corrigem/chamam a atenção quando você está errado. Eles são seus verdadeiros amigos, pra vida toda.
Não estou dizendo que é impossível você ter um melhor amigo de verdade, é possível sim! Mas não é fácil. Exemplo: estou certa de que você pode confiar no seu melhor amigo o suficiente pra contar um segredo pra ele, não é? Então, as vezes você pode ter um "melhor amigo" cujo você conta um segredo, e é sinônimo de você postar no Facebook. Ou aquele amigo que quando você faz coisa errada, ainda te apoia e fala que você está certo (amigo também tem de alertar quando você está errado). Ou aquele que quando você está realmente triste, te coloca mais pra baixo ainda!
E é por causa disso que sempre falo: Colegas eu tenho muitos, mas amigos não. Hoje em dia as pessoas estão cegas pra ver quem tem o celular de última geração, a roupa de marca mais cara, quem fez a melhor viajem. estão cegas pelo status que elas têm. Estão famintas de fofoca e superioridade. Por isso e várias outras coisas é complicado ter um amigo de verdade, aquele que te coloca pra cima e não para baixo.
Amizade verdadeira não é fácil de achar, portanto se você tem uma, faça o possível para que ela dure tanto quanto aqueles telefones antigos de "teclado" da Nokia, e não como esses que caem da primeira vez e já quebram.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
De cabeça para baixo, capitulo 1
Bom, por onde começar...é claro: pelo meu nome! Primeiro as apresentações: meu nome é Ally Spinnet, não tenho pais, mas tenho alguém que posso considerar minha família: Jorge Spinnet; ele é como um pai para mim, quer dizer, ele é, porém adotivo. Quando eu era pequena, com apenas 3 meses de vida, fui abandonada num orfanato, aos 5 anos, fugi, não aguentava mais aquelas pessoas estranhas tirando sarro de mim, então...quando estava andando pela rua, esbarrei com Jorge, pedi desculpas e acabamos conversando e contei minha história pequena e entediante, ele me adotou, e passou a cuidar de mim, eu realmente gostava dele.
No início morávamos em Nova Iorque, por conta de emprego, Jorge (sempre o chamava assim),e eu viemos parar aqui em Hilston!
Nos mudamos ontem mesmo, e meu último dia de férias é amanhã, como cheguei a noite, teremos de passar por todo o processo de decorar a casa e organiza-la. Como é uma cidade com 10 horas de viagem de carro, tivemos de vir de avião, ou seja, não podemos trazer quase nada. Então vamos organiza-la no dia que estaremos de folga, que no caso é amanhã.
trimmmmmmmmmmmmmmm!!!!!
O dia começou, com o famoso barulho do despertador. Me levantei do colchão (ainda não tinha cama) com muita má vontade, pois era meu último dia de férias, e desci para tomar café da manhã. Quando desci, o balcão estava "enfeitado" com a comida, e havia um bilhete na geladeira de Jorge, pedindo para que eu me arrumasse e me encontrasse em uma loja de móveis, que era lá onde ele estava. Ao terminar de tomar café da manhã, fui até meu quarto para começar a me arrumar. Depois de tomar banho e colocar um vestido azul básico, peguei minhas coisas e sai de casa. Eu não conhecia nada lá, porém Jorge havia deixado as "coordenadas" para me encontrar com ele. Depois de meia hora caminhando e pedindo informação as pessoas, cheguei a loja, me encontrei com Jorge, e fizemos as compras. Depois de longas 3 horas na loja (Jorge havia ficado quase 5), chegamos em casa, com um caminhão com algumas coisas, como sofá, mesa, cadeiras e etc.
Depois de um tempinho organizando os móveis apenas, começamos com a decoração. E Jorge resolveu puxar assunto:
- Está gostando da cidade?- ele perguntou colocando um quadro nosso em cima de uma "prateleira" logo ao lado da TV.
- Sim... Quero dizer, não tinha muito o que sentir falta de Nova Iorque, apenas as lojas e o Central Park- eu disse pegando algumas sacolas e subindo para arrumar meu quarto quando finalmente terminamos de ajeitar a cozinha e a sala.
- Vou pedir uma pizza!- ele disse pegando o telefone.
Depois de meia hora a pizza chegou, comemos e conversamos um pouco sobre o novo emprego de Jorge e sobre a cidade nova. Quando terminamos, subi para o meu quarto que era o único lugar que faltava ser arrumado. Depois de arruma-lo, tomei um banho e fui dormir. Amanhã seria um longo dia na escola nova.
Acordei com o barulho do despertador as sete da manhã, e muito bem disposta, para falar a verdade. Após me arrumar, desci até a cozinha para tomar café da manhã, e Jorge estava lá, cozinhando suas deliciosas panquecas.
- Bom dia!- ele disse sorrindo alegremente.
- Bom dia!- eu repeti, também sorrindo.
- Seguinte: é melhor se apressar, não quero que se atrase no primeiro dia de aula! E por favor, nada de garotos!
- Calma, nada de garotos, já decorei, você fala isso o tempo todo...
- Só não quero perder minha filha- ele disse sério.
- Nunca irá acontecer!- eu disse o abraçando.
Depois que terminei meu café da manhã, fui até o meu quarto e peguei minha mochila e caminhei em direção à porta.
- Tenha um bom dia!- disse a Jorge abrindo a porta.
- Espere!- ele disse pegando algo no bolso andando em minha direção, e me entregando o objeto. Era uma chave de carro- Faça um ótimo uso e não diga que não precisava, você merece.
Dei um longo abraço nele e agradeci umas três vezes. Depois de Jorge me soltar falando que eu poderia me atrasar, fui até a garagem e vi qual carro era: uma picape azul meio antiga. Diferente de muitos adolescentes que são presenteados com carros pelos pais, eu não fiquei triste com a simplicidade do carro, muito pelo contrário, adorei. Entrei na picape, a liguei e comecei a dirigir, com muito cuidado, óbvio, pois não iria querer bater meu carro no primeiro dia que o ganhara. Liguei o GPS do meu celular e comecei a seguir o caminho que ele mandava. Depois de mais ou menos vinte minutos, cheguei a escola.
Com facilidade, achara uma vaga, ao lado de uma Ferrari vermelha, ainda por cima, não estava escrito que era vaga de professores. Me senti confusa e logo pensei como alguém em sã consciência daria uma Ferrari para um aluno do colegial. Sai da picape a caminhei em direção a escola, agora pensando no tipo de pessoas que teria por lá.
Fui até a secretaria pegar meus horários e a chave do armário. Depois de depositar meus livros no armário, comecei a procurar a biblioteca, para ver os livros que haviam lá. Mas no meio do caminho vi um grupinho de adolescentes tirando sarro de um garoto que aparentava ter 14 anos.
- Ele é tão minusculo que serve de mesa para apoiar os pés em minha sala- disse garoto alto e moreno.
- Se é tão esperto como dizem, por que não está na faculdade, nerd?- um garoto alto e loiro disse em meio as gargalhadas, enquanto umas garotas também riam. Não gostava de ver pessoas debochando de outras, por mais que não conhece. Eu pensei não vá lá, mas minhas pernas pensaram diferente, e foram em direção ao grupo que estava tirando sarro dele.
- Por que estão falando com ele dessa maneira?- droga, eu pensei, tarde demais.
- Olha, a novata pensa que pode falar assim conosco!- o loiro disse ainda sorrindo da situação, provavelmente.
- Sabiam que bocas cheias, geralmente possuem mentes vazias, e bocas vazias possuem mentes cheias?- eu falei me lembrando do que Jorge falara para mim quando eu reclamei pela primeira vez dos meninos bobocas do orfanato.
- Deve ser por essa razão que está falando tanto!- o moreno disse rindo.
- Agora!- o garoto de 14 anos gritou, no início não entendi, mas depois senti algo líquido e frio caindo em minha pele, quando olhei para trás, uma menina de cabelo liso e preto estava segurando um balde de tinta em suas mãos. Todos que estavam no corredor começaram a rir, alguns olharam com profundo desprezo e continuaram andando. Olhei em volta com muita raiva e corri em direção ao banheiro feminino, ou do que eu pensava que havia visto com a placa dizendo "Feminino" colada em uma porta. Como pude ser tão tola a ponto de querer me intrometer naquela conversa? Aquele garotinho que eu estava defendendo estava fazendo parte disso!
Comecei a tentar remover a tinta com água, mas não saia. Então sai do banheiro me lembrando das roupas reservas que deixara no armário. Muitos começaram a rir de mim, mas Jorge sempre me dizia para em todas as situações como essa, que era para eu manter a cabeça erguida. Peguei as roupas e comecei a andar em direção ao banheiro novamente, até ouvir alguém gritando:
- Não vai chamar a mamãe para defender?
Ignorei o comentário e continuei andando, depois de me trocar e passar um pano molhado nos meus braços e rosto, amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo. Ele estava completamente cor de rosa.
Ao ouvir o sinal tocar, peguei meus livros e fui correndo em direção a sala de aula (matemática). Infelizmente havia me atrasado um pouco, pois não sabia onde ficavam as salas corretas.
- Você é a aluna nova? Ally, certo?- o professor me perguntou quando apareci na porta da sala de aula, olhando confuso para meu cabelo- Por que está atrasada?
- Um pequeno incidente envolvendo tinta, e o fato de eu não saber onde sua sala ficava- eu disse calma.
Ele suspirou e me entregou um giz, pedindo para que eu resolvesse uma equação no quadro.
- Vamos dar as honras a aluna nova, não é?- ele falou se sentando em sua cadeira e olhando para mim e para o quadro. Olhei para ele, suspirei, e comecei a resolver. Era grande, mas não complicada; depois de um curto tempo, ele suspirou também, e estranhou por eu ter a resolvido rápido. Ele pediu para eu me sentar, arranjei um lugar na frente (a maioria das pessoas estavam no fundo), e colocou um enorme "certo" na lousa.
Então as aulas foram passando e passando, até que o último sinal bateu. Peguei meus livros e enfiei na mochila suja de tinta, fui até o estacionamento e entrei em meu carro. Em seguida, sai da escola, pensando no que Jorge faria se me visse com esse cabelo e se soubesse de toda aquela situação. Depois de rápidos vinte minutos, cheguei em casa. Quando sai do carro, vi que na casa ao lado, uma Ferrari vermelha exatamente igual a que eu vira na escola estacionou, e quando vi quem era seu dono e quem era o meu vizinho, pensei que só poderia ser brincadeira.
No início morávamos em Nova Iorque, por conta de emprego, Jorge (sempre o chamava assim),e eu viemos parar aqui em Hilston!
Nos mudamos ontem mesmo, e meu último dia de férias é amanhã, como cheguei a noite, teremos de passar por todo o processo de decorar a casa e organiza-la. Como é uma cidade com 10 horas de viagem de carro, tivemos de vir de avião, ou seja, não podemos trazer quase nada. Então vamos organiza-la no dia que estaremos de folga, que no caso é amanhã.
trimmmmmmmmmmmmmmm!!!!!
O dia começou, com o famoso barulho do despertador. Me levantei do colchão (ainda não tinha cama) com muita má vontade, pois era meu último dia de férias, e desci para tomar café da manhã. Quando desci, o balcão estava "enfeitado" com a comida, e havia um bilhete na geladeira de Jorge, pedindo para que eu me arrumasse e me encontrasse em uma loja de móveis, que era lá onde ele estava. Ao terminar de tomar café da manhã, fui até meu quarto para começar a me arrumar. Depois de tomar banho e colocar um vestido azul básico, peguei minhas coisas e sai de casa. Eu não conhecia nada lá, porém Jorge havia deixado as "coordenadas" para me encontrar com ele. Depois de meia hora caminhando e pedindo informação as pessoas, cheguei a loja, me encontrei com Jorge, e fizemos as compras. Depois de longas 3 horas na loja (Jorge havia ficado quase 5), chegamos em casa, com um caminhão com algumas coisas, como sofá, mesa, cadeiras e etc.
Depois de um tempinho organizando os móveis apenas, começamos com a decoração. E Jorge resolveu puxar assunto:
- Está gostando da cidade?- ele perguntou colocando um quadro nosso em cima de uma "prateleira" logo ao lado da TV.
- Sim... Quero dizer, não tinha muito o que sentir falta de Nova Iorque, apenas as lojas e o Central Park- eu disse pegando algumas sacolas e subindo para arrumar meu quarto quando finalmente terminamos de ajeitar a cozinha e a sala.
- Vou pedir uma pizza!- ele disse pegando o telefone.
Depois de meia hora a pizza chegou, comemos e conversamos um pouco sobre o novo emprego de Jorge e sobre a cidade nova. Quando terminamos, subi para o meu quarto que era o único lugar que faltava ser arrumado. Depois de arruma-lo, tomei um banho e fui dormir. Amanhã seria um longo dia na escola nova.
Acordei com o barulho do despertador as sete da manhã, e muito bem disposta, para falar a verdade. Após me arrumar, desci até a cozinha para tomar café da manhã, e Jorge estava lá, cozinhando suas deliciosas panquecas.
- Bom dia!- ele disse sorrindo alegremente.
- Bom dia!- eu repeti, também sorrindo.
- Seguinte: é melhor se apressar, não quero que se atrase no primeiro dia de aula! E por favor, nada de garotos!
- Calma, nada de garotos, já decorei, você fala isso o tempo todo...
- Só não quero perder minha filha- ele disse sério.
- Nunca irá acontecer!- eu disse o abraçando.
Depois que terminei meu café da manhã, fui até o meu quarto e peguei minha mochila e caminhei em direção à porta.
- Tenha um bom dia!- disse a Jorge abrindo a porta.
- Espere!- ele disse pegando algo no bolso andando em minha direção, e me entregando o objeto. Era uma chave de carro- Faça um ótimo uso e não diga que não precisava, você merece.
Dei um longo abraço nele e agradeci umas três vezes. Depois de Jorge me soltar falando que eu poderia me atrasar, fui até a garagem e vi qual carro era: uma picape azul meio antiga. Diferente de muitos adolescentes que são presenteados com carros pelos pais, eu não fiquei triste com a simplicidade do carro, muito pelo contrário, adorei. Entrei na picape, a liguei e comecei a dirigir, com muito cuidado, óbvio, pois não iria querer bater meu carro no primeiro dia que o ganhara. Liguei o GPS do meu celular e comecei a seguir o caminho que ele mandava. Depois de mais ou menos vinte minutos, cheguei a escola.
Com facilidade, achara uma vaga, ao lado de uma Ferrari vermelha, ainda por cima, não estava escrito que era vaga de professores. Me senti confusa e logo pensei como alguém em sã consciência daria uma Ferrari para um aluno do colegial. Sai da picape a caminhei em direção a escola, agora pensando no tipo de pessoas que teria por lá.
Fui até a secretaria pegar meus horários e a chave do armário. Depois de depositar meus livros no armário, comecei a procurar a biblioteca, para ver os livros que haviam lá. Mas no meio do caminho vi um grupinho de adolescentes tirando sarro de um garoto que aparentava ter 14 anos.
- Ele é tão minusculo que serve de mesa para apoiar os pés em minha sala- disse garoto alto e moreno.
- Se é tão esperto como dizem, por que não está na faculdade, nerd?- um garoto alto e loiro disse em meio as gargalhadas, enquanto umas garotas também riam. Não gostava de ver pessoas debochando de outras, por mais que não conhece. Eu pensei não vá lá, mas minhas pernas pensaram diferente, e foram em direção ao grupo que estava tirando sarro dele.
- Por que estão falando com ele dessa maneira?- droga, eu pensei, tarde demais.
- Olha, a novata pensa que pode falar assim conosco!- o loiro disse ainda sorrindo da situação, provavelmente.
- Sabiam que bocas cheias, geralmente possuem mentes vazias, e bocas vazias possuem mentes cheias?- eu falei me lembrando do que Jorge falara para mim quando eu reclamei pela primeira vez dos meninos bobocas do orfanato.
- Deve ser por essa razão que está falando tanto!- o moreno disse rindo.
- Agora!- o garoto de 14 anos gritou, no início não entendi, mas depois senti algo líquido e frio caindo em minha pele, quando olhei para trás, uma menina de cabelo liso e preto estava segurando um balde de tinta em suas mãos. Todos que estavam no corredor começaram a rir, alguns olharam com profundo desprezo e continuaram andando. Olhei em volta com muita raiva e corri em direção ao banheiro feminino, ou do que eu pensava que havia visto com a placa dizendo "Feminino" colada em uma porta. Como pude ser tão tola a ponto de querer me intrometer naquela conversa? Aquele garotinho que eu estava defendendo estava fazendo parte disso!
Comecei a tentar remover a tinta com água, mas não saia. Então sai do banheiro me lembrando das roupas reservas que deixara no armário. Muitos começaram a rir de mim, mas Jorge sempre me dizia para em todas as situações como essa, que era para eu manter a cabeça erguida. Peguei as roupas e comecei a andar em direção ao banheiro novamente, até ouvir alguém gritando:
- Não vai chamar a mamãe para defender?
Ignorei o comentário e continuei andando, depois de me trocar e passar um pano molhado nos meus braços e rosto, amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo. Ele estava completamente cor de rosa.
Ao ouvir o sinal tocar, peguei meus livros e fui correndo em direção a sala de aula (matemática). Infelizmente havia me atrasado um pouco, pois não sabia onde ficavam as salas corretas.
- Você é a aluna nova? Ally, certo?- o professor me perguntou quando apareci na porta da sala de aula, olhando confuso para meu cabelo- Por que está atrasada?
- Um pequeno incidente envolvendo tinta, e o fato de eu não saber onde sua sala ficava- eu disse calma.
Ele suspirou e me entregou um giz, pedindo para que eu resolvesse uma equação no quadro.
- Vamos dar as honras a aluna nova, não é?- ele falou se sentando em sua cadeira e olhando para mim e para o quadro. Olhei para ele, suspirei, e comecei a resolver. Era grande, mas não complicada; depois de um curto tempo, ele suspirou também, e estranhou por eu ter a resolvido rápido. Ele pediu para eu me sentar, arranjei um lugar na frente (a maioria das pessoas estavam no fundo), e colocou um enorme "certo" na lousa.
Então as aulas foram passando e passando, até que o último sinal bateu. Peguei meus livros e enfiei na mochila suja de tinta, fui até o estacionamento e entrei em meu carro. Em seguida, sai da escola, pensando no que Jorge faria se me visse com esse cabelo e se soubesse de toda aquela situação. Depois de rápidos vinte minutos, cheguei em casa. Quando sai do carro, vi que na casa ao lado, uma Ferrari vermelha exatamente igual a que eu vira na escola estacionou, e quando vi quem era seu dono e quem era o meu vizinho, pensei que só poderia ser brincadeira.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Respeito
Respeito. Algo que todos dizem ter, mas poucos são os que têm.
Podemos ver isso facilmente observando as pequenas atitudes da pessoa, como por exemplo: se ela respeita sua crença, opinião, gostos, etc. Hoje em dia, dificilmente achamos alguém que respeita opinião dos outros (ou crença), acho que cada dia que passa, mas nossa espécie, Homo Sapiens, se torna mais egoísta e estúpida, pensando apenas nela e em seus objetivos, pensando mais em "se eu fazer isso por você o que eu ganho em troca?", pensando em quem ou quanto vai sair ganhando. Pegue como exemplo os donos de indústria, que pensam mais em seu dinheiro e em sua industria e menos no meio ambiente, porém não se esqueça que, não é apenas ele poluindo, também têm os fazendeiros e nós, um contador, escritor, engenheiro, faxineiro e etc., que podemos tanto contribuir com o meio ambiente em nosso dia a dia e preferimos não tomar conhecimento disso ou não o realizar. Mas... onde é que eu estou querendo chegar? Estou mais falando sobre sustentabilidade e meio ambiente do que o título que este texto propõe; mas com tudo isso, lhe pergunto: onde está o NOSSO respeito com os animais e a própria mão natureza, com quem dividimos a Terra? Bom, sinceramente eu não sei, assim como também não sei onde está o nosso respeito com o próximo. Vamos pegar como exemplo a religião, que resulta em tantos conflitos, que, creio eu, foi criada para nos aproximarmos, apesar de existirem várias e serem diferentes, e haver as pessoas que não a possuem, mas para ela também há o amor (e o respeito); duas pessoas conversando, suponhamos que uma delas é cristã (ou qualquer outra religião), e outra é ateia/ateística, então essas duas pessoas começam a falar sobre ciência e religião, e uma não tem respeito com a outra; pronto, acabou conversa, começou a discussão. Agora vamos colocar ai que elas têm respeito, ambas começam a compartilhar suas ideias e uma respeita a outra! Qual é melhor? Vamos pegar outro exemplo: hoje se tal pessoa não gosta de algo que todo mundo gosta, ela já é a pior pessoa no mundo, já é invejosa, etc. Isso é um saco não é? A pessoa pode não gostar, mas respeita, só não gosta mesmo, mas as pessoas que gostam de tal ator/livro/filme/cantor/marca de algo/religião (depende da situação) se jogam em cima dela a criticando!
Então é ai que quero chegar: as pessoas não estão tendo mais respeito uma com a outra e isso é péssimo. Se gosta, segue ou acredita em alguma coisa, respeite quem tem o pensamento diferente, e esse alguém que tem pesamento diferente respeite também! Uma sociedade aprendendo a respeitar diferenças, religião, ideias, gostos, opiniões e quem está dividindo e Terra conosco, seria MUITO MELHOR!
P.S.: Um ótimo ano novo para vocês, quem tenham uma ótima virada de ano e que 2016 seja um ano cheio de conquistas e aprendizagens! Repleto de respeito, amor, carinho e alegria! E deem um Expecto Patronum naquele que tira sua felicidade! <3
Podemos ver isso facilmente observando as pequenas atitudes da pessoa, como por exemplo: se ela respeita sua crença, opinião, gostos, etc. Hoje em dia, dificilmente achamos alguém que respeita opinião dos outros (ou crença), acho que cada dia que passa, mas nossa espécie, Homo Sapiens, se torna mais egoísta e estúpida, pensando apenas nela e em seus objetivos, pensando mais em "se eu fazer isso por você o que eu ganho em troca?", pensando em quem ou quanto vai sair ganhando. Pegue como exemplo os donos de indústria, que pensam mais em seu dinheiro e em sua industria e menos no meio ambiente, porém não se esqueça que, não é apenas ele poluindo, também têm os fazendeiros e nós, um contador, escritor, engenheiro, faxineiro e etc., que podemos tanto contribuir com o meio ambiente em nosso dia a dia e preferimos não tomar conhecimento disso ou não o realizar. Mas... onde é que eu estou querendo chegar? Estou mais falando sobre sustentabilidade e meio ambiente do que o título que este texto propõe; mas com tudo isso, lhe pergunto: onde está o NOSSO respeito com os animais e a própria mão natureza, com quem dividimos a Terra? Bom, sinceramente eu não sei, assim como também não sei onde está o nosso respeito com o próximo. Vamos pegar como exemplo a religião, que resulta em tantos conflitos, que, creio eu, foi criada para nos aproximarmos, apesar de existirem várias e serem diferentes, e haver as pessoas que não a possuem, mas para ela também há o amor (e o respeito); duas pessoas conversando, suponhamos que uma delas é cristã (ou qualquer outra religião), e outra é ateia/ateística, então essas duas pessoas começam a falar sobre ciência e religião, e uma não tem respeito com a outra; pronto, acabou conversa, começou a discussão. Agora vamos colocar ai que elas têm respeito, ambas começam a compartilhar suas ideias e uma respeita a outra! Qual é melhor? Vamos pegar outro exemplo: hoje se tal pessoa não gosta de algo que todo mundo gosta, ela já é a pior pessoa no mundo, já é invejosa, etc. Isso é um saco não é? A pessoa pode não gostar, mas respeita, só não gosta mesmo, mas as pessoas que gostam de tal ator/livro/filme/cantor/marca de algo/religião (depende da situação) se jogam em cima dela a criticando!
Então é ai que quero chegar: as pessoas não estão tendo mais respeito uma com a outra e isso é péssimo. Se gosta, segue ou acredita em alguma coisa, respeite quem tem o pensamento diferente, e esse alguém que tem pesamento diferente respeite também! Uma sociedade aprendendo a respeitar diferenças, religião, ideias, gostos, opiniões e quem está dividindo e Terra conosco, seria MUITO MELHOR!
P.S.: Um ótimo ano novo para vocês, quem tenham uma ótima virada de ano e que 2016 seja um ano cheio de conquistas e aprendizagens! Repleto de respeito, amor, carinho e alegria! E deem um Expecto Patronum naquele que tira sua felicidade! <3
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
De cabeça para baixo
Esse é o nome de uma história que estou fazendo: De cabeça para baixo. É uma história que me veio a cabeça e eu comecei a escreve-la, e cada vez estou tentando complementar mais coisas nela. Faz um tempinho que estou a escrevendo, e vou começar a postar aqui, no blog, capítulo por capítulo para vocês lerem, e espero que gostem.
A história é narrada por Ally Spinnet, a personagem principal. Ela nunca foi de ter muitos amigos, mas quando se muda para Hilston (uma cidade cujo inventei o nome), ela faz amigos, porém a primeira impressão que eles dão à ela não é muito boa. De repente, seu pai (adotivo), Jorge Spinnet, conhece uma mulher, pela qual se apaixona, seu nome é Adelle. No mesmo dia em que Jorge apresenta Adelle e sua filha, Agnes (que, por acaso, estuda na mesma escola que Ally, e é como uma arqui inimiga para ela), Jorge é assassinado; em seguida, mais assassinatos começam a acontecer, e todas as vítimas são aqueles que eram próximos a Ally. Então ela e seu novo melhor amigo, Matt, começam a tentar desvendar o dono da "obra", porém não possuem muitas pistas: apenas bilhetes que são deixados junto as vítimas, que nele está escrito "1-1, quais ama", e uma coincidência (todos os assassinados são mortos com uma faca no peito, e supostamente, Adelle e Agnes sumiram apos o primeiro dos assassinados).
Ally fica com um desejo de achar o dono de tudo aquilo, e depois começa a descobrir mais coisas que estão lá para provavelmente deixa-la de cabeça para baixo.
A história é narrada por Ally Spinnet, a personagem principal. Ela nunca foi de ter muitos amigos, mas quando se muda para Hilston (uma cidade cujo inventei o nome), ela faz amigos, porém a primeira impressão que eles dão à ela não é muito boa. De repente, seu pai (adotivo), Jorge Spinnet, conhece uma mulher, pela qual se apaixona, seu nome é Adelle. No mesmo dia em que Jorge apresenta Adelle e sua filha, Agnes (que, por acaso, estuda na mesma escola que Ally, e é como uma arqui inimiga para ela), Jorge é assassinado; em seguida, mais assassinatos começam a acontecer, e todas as vítimas são aqueles que eram próximos a Ally. Então ela e seu novo melhor amigo, Matt, começam a tentar desvendar o dono da "obra", porém não possuem muitas pistas: apenas bilhetes que são deixados junto as vítimas, que nele está escrito "1-1, quais ama", e uma coincidência (todos os assassinados são mortos com uma faca no peito, e supostamente, Adelle e Agnes sumiram apos o primeiro dos assassinados).
Ally fica com um desejo de achar o dono de tudo aquilo, e depois começa a descobrir mais coisas que estão lá para provavelmente deixa-la de cabeça para baixo.
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